Revista mês de Abril 2020

EDITORIAL

“…mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.

Todos nós que alcançamos a maturidade devemos ver as coisas dessa forma, e se em algum aspecto vocês pensam de modo diferente, isso também Deus lhes esclarecerá.

Tão-somente vivamos de acordo com o que já alcançamos.” Fp 3.13-16

Graça e paz amados(as). Estamos passando por um período de turbulência, mas nosso Pai é o piloto e podemos confiar Nele. Esta Palavra nos impulsiona, e faz com que não olhemos para trás ou para as dificuldades, mas para Aquele que tudo pode e que é o maior interessado na sua obra.

As Agencias Missionárias tem tido muito trabalho e mais que nunca precisa das nossas doações, para que os projetos não parem e os desafios sejam superados. O Senhor conhece as nossas dificuldades, mas também conhece onde está o nosso coração. Entendemos perfeitamente, quando algum dos nossos mantenedores não puderem contribuir, mas estamos diariamente em oração, para que o Senhor possa suprir cada uma de suas necessidades.  O trabalho que a Médicos Sem Fronteiras (MSF) estar realizando durante esta pandemia é o tema da nossa REPORTAGEM DE CAPA. 

Em UM CASO A PENSAR, depoimento da Coordenadora de Conteúdo da MSF Brasil, Gabriela Roméro, que esteve na Republica do Congo e fala sobre a sua experiencia neste período com a MSF.

Confira os ESCLARECIMENTOS SOBRE O NOSSO RELATÓRIO FINANCEIRO e uma boa leitura. Deus te abençõe.         O EDITOR

PARCEIROS MISSIONÁRIOS

Nossos parceiros no Ministério Por Amor Ao Mundo para o Programa e a Revista “FALANDO DE MISSÕES”

IGREJAS E APOIO CULTURAL

Também contribuem para este projeto, Seminário Teológico Congregacional do NE – Campus João Pessoa, Consultório Odontológico Dr, Mário Sérgio Coutinho e vários outros Missionários Mantenedores.

UM CASO A PENSAR

“COVID-19: UM MEDO QUE É NOVO PARA MIM”

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Depoimento de Gabriela Romero – Coordenadora de Conteúdo da MSF Brasil

Escrevo este texto sentada no sofá da minha casa. Perto de mim está meu marido, que vem trabalhando remotamente há duas semanas. De vez em quando, nosso gato passa por um de nós e mia pedindo carinho, satisfeito por ter os dois em casa por tanto tempo. Nós dois estamos seguindo a medida de distanciamento social, a estratégia que tem se mostrado a mais efetiva no combate à pandemia de COVID-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Em fevereiro, voltei da República Democrática do Congo (RDC), onde trabalhei como gerente de comunicação de emergência para o projeto de resposta à epidemia de Ebola. Posso garantir que, quando você aceita ir para um projeto de Ebola, a pergunta que você mais ouve é se não sente medo. A resposta é mais complexa do que sim ou não. No meu caso, eu tinha  consciência dos riscos, sabia que estaria numa cidade onde não havia mais casos de Ebola e recebi a vacina – o melhor instrumento de proteção contra a doença até agora – antes de chegar à RDC. E, talvez o mais importante para mim, eu sabia que, acontecesse o que acontecesse comigo, a minha família estava protegida no Brasil.

É exatamente por isso que nunca senti medo como sinto agora. A pandemia de COVID-19 que se impõe a todos nós ameaça, principalmente, as pessoas que eu amo. Sim, eu sei que estatisticamente meu marido e eu, jovens e sem doenças crônicas, temos poucas chances de ter uma forma mais grave da doença. O que me assusta todos os dias é o que pode acontecer com meus pais. Minha mãe tem 68 anos e passou há pouco tempo por uma quimioterapia bastante dura. Meu pai tem 88 anos e, como grande parte dos idosos, parecia ter alguma resistência a entender como o distanciamento social é importante neste momento. O meu medo é que, pela primeira vez, minha família corre o mesmo risco (ou mesmo um risco maior) do que aquele que me dispus a correr.

Resolvi escrever este texto quando me dei conta de que este medo pode ser novo para mim, mas ele é velho conhecido dos nossos colegas contratados localmente para os nossos projetos. Dos mais de 43 mil profissionais que trabalham com Médicos Sem Fronteiras (MSF) em campo, mais de 39 mil são pessoas recrutadas no próprio país onde está o projeto. Isso significa mais de 90% dos recursos humanos que tornam possível o trabalho de MSF. O que talvez nem sempre fique evidente é que essas pessoas frequentemente têm a sua vida pessoal atingida pelos mesmos problemas que levaram MSF a decidir atuar no país.

Quando estive na resposta de emergência ao ciclone Idai em Moçambique em 2019, todos os profissionais moçambicanos com quem trabalhei na cidade da Beira tinham algum relato traumático sobre a madrugada de 15 de março. Escutei histórias de falta de acesso à água por semanas e colegas que haviam perdido, literalmente, o teto de suas casas. De um deles, que estava a trabalho em Maputo no dia do ciclone, ouvi que ele ficou dias sem saber se a mulher e os filhos estavam vivos, depois que toda a rede de telecomunicação e de transportes para a cidade da Beira foi interrompida. Nunca vi nenhum deles deixar de trabalhar com toda a garra para garantir que os cuidados de saúde que oferecemos fossem reestabelecidos depois da catástrofe, mesmo quando eles mesmos encaravam desafios privados que eu não sentia na pele.

Hoje, segura na minha casa e sempre tendo notícia dos meus pais, penso mais uma vez em nossos colegas locais que estão no terreno. Com as restrições de voos, mais do que nunca serão eles a levar adiante nossos projetos em mais de 70 países. Eles, que muitas vezes já enfrentam contextos de conflito ou de outras epidemias, terão um enorme desafio adicional com o avanço da COVID-19. Serão eles na linha de frente cuidando dos mais vulneráveis, com todo o risco inevitável que isso implica.

Nessa hora, lembro também que a epidemia de Ebola na RDC está muito perto do fim, já há um mês sem nenhuma nova pessoa infectada pela doença. É um recomeço que ajuda a não desanimar. Enquanto isso, sigo trabalhando de casa, torcendo para que o novo coronavírus deixe o menor rastro possível de destruição na vida de todos os atingidos. Quando as restrições que a pandemia nos impôs tiverem passado, não vejo a hora de voltar ao terreno, colete de MSF no peito e uma vontade enorme de contar as histórias das pessoas que atendemos em nossos projetos. No dia em que isso acontecer, minha admiração será maior do que nunca por aqueles colegas que estarão ao meu lado.

Fonte: msf.org.br

REPORTAGEM DE CAPA

COMO A MSF ATUA NO COMBATE À COVID-19?

A pandemia do novo coronavírus atingiu todo o mundo e mesmo os países com os sistemas de saúde mais desenvolvidos têm dificuldade para lidar com o número de pacientes com necessidade de cuidados intensivos.

Médicos Sem Fronteiras (MSF) trabalha respondendo a diferentes necessidades em mais de 70 países e está adaptando seus projetos para ajudar também na resposta à COVID-19. Além disso, MSF passou a apoiar a resposta de emergência em países europeus onde não possuía projetos, como forma de aliviar a sobrecarga sobre os sistemas de saúde.

A MSF está presente nas Américas, na Europa, no Oriente Médio, na África e na Ásia.

Na Américas a MSF tem atividades no Brasil, El Salvador e México.

  • BRASIL 

Iniciamos esta semana em São Paulo atividades de combate à COVID-19. O trabalho é focado em pessoas vulneráveis, como pessoas em situação de rua, migrantes e refugiados, usuários de drogas, idosos e pessoas privadas de liberdade.
Além de São Paulo, MSF está se preparando para iniciar atividades no Rio de janeiro, também com foco na população mais vulnerável. Também estamos adaptando nossas ações em Roraima, onde possuímos um projeto direcionado ao reforço do sistema de saúde local em função do aumento da migração, para ajudar nas ações de combate à COVID-19.

Posicionamento de Médicos Sem Fronteiras Brasil para o combate ao coronavírus

“Neste momento, mais do que nunca, é crucial levar a sério as orientações de organizações de saúde. Combater a pandemia de Covid-19 é um imenso desafio e para Médicos Sem Fronteiras essa também tem sido uma tarefa árdua. Estamos diariamente adaptando as estratégias para tentar deter o vírus da maneira mais efetiva. Uma coisa é certa: os dados disponíveis mostram que é preciso romper as cadeias de transmissão. Isso significa que medidas rígidas de distanciamento social são cruciais.

Estas são as recomendações da Organização Mundial da Saúde, fruto do trabalho de pesquisadores e profissionais da área médica que têm atuado de modo incansável para diminuir o avanço das infecções e das mortes pela Covid-19. Reduzir ao máximo o número de pessoas infectadas neste estágio da pandemia, assim como isolar todas as pessoas com sintomas e os que tiveram contato com elas, é extremamente importante. Isso significará ter menos casos graves em um futuro próximo, diminuindo a sobrecarga sobre o sistema de saúde e protegendo, assim, os profissionais que estão na linha de frente do combate à doença. O SUS (sistema único de saúde) já demostrou muitas vezes sua capacidade de lidar com crises graves, mas a dimensão e o impacto desta pandemia parecem inéditos na história recente. Já vimos suas enormes consequências sobre sistemas de saúde de países ricos e temos que agir para tentar evitar que isso se reproduza no Brasil. Estamos preocupados principalmente com a gravidade e as consequências proporcionalmente mais severas para a população mais vulnerável.

Justamente para somar esforços na assistência aos mais vulneráveis, MSF colocou-se à disposição para cooperar e tem dialogado com as autoridades de saúde brasileiras. Já estamos com equipes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Boa Vista para definir rapidamente qual será a melhor maneira de contribuirmos para esta luta, cujo sucesso vai depender do empenho de todos.

Por isso, se puder, fique em casa. Todos temos um papel importante em evitar que o coronavírus se espalhe ainda mais. Isso também salva vidas.”

Ana de Lemos – Diretora-executiva de MSF-Brasil

EM 2019 a MSF atuou no apoio às pessoas afetadas pelo rompimento da barragem que armazenava rejeitos da mineração de ferro na região de Brumadinho (MG), ocorrido no dia 25 de janeiro.

Médicos Sem Fronteiras (MSF) enviou à localidade duas psicólogas e uma psiquiatra com o objetivo de fornecer treinamento na área de saúde mental em desastres aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e demais profissionais da área que integram a rede de cuidados à população afetada. O trabalho da organização foi feito de maneira articulada com as equipes do SUS e demais atores presentes no município e foi concluído no fim de fevereiro.

Desde outubro de 2018, oferecemos suporte psicossocial e atividades de promoção de saúde e sensibilização da comunidade em Roraima para a população de migrantes venezuelanos que deixou seu país de origem.

Em julho de 2019, também começamos a oferecer consultas médicas para aliviar o sistema de saúde pública do estado, que se viu sobrecarregado com as novas demandas. Por isso, atuamos em postos de saúde públicos, atendendo brasileiros e venezuelanos. Os casos mais frequentes que recebemos, como os de diarreia, estão ligados às más condições de vida de muitos dos migrantes.

  • MÉXICO/EUA

A decisão do governo dos Estados Unidos de bloquear os processos de pedido de asilo e de fechar a fronteira com o México, com a justificativa de conter a propagação da pandemia do novo coronavírus, ameaça a saúde e a segurança de milhares de pessoas que buscam proteção internacional nos Estados Unidos e são forçadas a voltar ao México.

Desde o dia 21 de março, equipes de Médicos Sem Fronteiras (MSF) observam o transporte forçado de migrantes e solicitantes de asilo mexicanos e centro-americanos dos Estados Unidos para Matamoros e outras partes do sul do México. Estamos extremamente preocupados com o aspecto sistemático dessas medidas, realizadas sem planos de contingência ou mitigação de seu impacto na saúde pública e nas necessidades humanitárias.

“Usar a Covid-19 como argumento para se esquivar de obrigações internacionais em relação a refugiados e migrantes não só é inaceitável, como também contraproducente em termos de controle de surtos”, diz Isabel Beltrán, coordenadora médica de MSF no México e na América Central. “Esses tipos de medidas são desnecessários e desproporcionais, porque discriminam e estigmatizam um segmento da população e impedem que as pessoas que fogem da violência tenham acesso a um sistema de proteção e segurança”.

MSF já respondeu a inúmeros surtos em todo o mundo e sabe que as medidas de saúde pública funcionam quando protegem todas as pessoas e fracassam quando populações vulneráveis, como os migrantes, não são incluídas.

Além disso, como MSF destacou em várias ocasiões, as políticas migratórias dos Estados Unidos implementadas pelo México, como o chamado “Protocolo de Proteção aos Migrantes”, colocam em risco a vida das pessoas que são forçadas a aguardar no México a decisão de sua solicitação de asilo nos Estados Unidos. Essas pessoas estão presas em um limbo perigoso e sua vulnerabilidade agora é ainda maior com a expansão da Covid-19.

Atenta à propagação do novo coronavírus, MSF segue monitorando as necessidades de saúde no México e está organizando sua resposta para manter e expandir os serviços médicos prestados no país. No entanto, as equipes estão preocupadas com o impacto dessa pandemia em um contexto em que as pessoas não têm acesso regular a serviços médicos e vivem em condições precárias, que facilitam a disseminação do vírus.

“Nós ampliamos nossas atividades médicas em Matamoros diante da falta de atendimento abrangente dentro do campo, onde vivem cerca de 2 mil solicitantes de asilo. Prestamos serviços de saúde física e mental e realizamos sessões de promoção de saúde. Apesar desses esforços, é impossível implementar adequadamente as medidas de prevenção de infecções – como desinfetar espaços públicos, lavar as mãos com frequência e manter o distanciamento social – em um local onde famílias inteiras dormem juntas em uma única barraca”, diz Beltran.

MSF se solidariza com as populações em situação de vulnerabilidade e faz um apelo aos governos dos Estados Unidos e do México para que assumam a  responsabilidade de assegurar a implementação de medidas inclusivas de mitigação e atendimento médico abrangente, principalmente para pessoas que vivem em condições ameaçadoras, como migrantes e solicitantes de asilo.

“A maior preocupação das pessoas neste momento é a incerteza sobre o seu futuro. Elas não têm escolha a não ser dormir em espaços superlotados, onde não há como obedecer às medidas preventivas necessárias. Estamos cientes dos desafios monumentais que a pandemia acarreta e, por isso, é necessário que os grupos médicos coordenem ações que incluam essas populações em seus planos de prevenção e, se necessário, em suas medidas de contenção”, afirma o médico Marcelo Fernández, coordenador-geral de MSF no México.

Na Europa a MSF está presente na Itália, Espanha, Bélgica, França, Suíça, Noruega, Grécia, Holanda e Ucrânia.

  • ITÁLIA

A MSF está atualmente apoiando três hospitais na região da Lombardia com atividades de controle de infecções. Fora dos hospitais, estamos realizando atividades para alcançar pessoas vulneráveis e apoiando um projeto de telemedicina, que está ajudando pessoas isoladas em casa.

Na região de Marche, no centro do país, MSF apoia uma rede de casas de repouso em várias cidades, para impedir que os casos se espalhem em locais vulneráveis. Hoje, existem cerca de 40 profissionais de MSF envolvidos na resposta ao coronavírus na Itália.

Nosso trabalho principal é fornecer suporte à equipe médica dentro dos hospitais. Estamos fazendo todo o possível para manter os médicos e enfermeiros saudáveis, porque, se eles ficarem doentes, não haverá ninguém para tratar os pacientes. Temos muita experiência em prevenção e controle de infecções no combate às epidemias que enfrentamos em todo o mundo, por isso, estamos ajudando a criar fluxos e processos dentro dos hospitais para garantir que os funcionários estejam protegidos e as pessoas também não contraiam o vírus.    

No Oriente Médio a MSF está presente em Gaza, Síria, Jordânia, Iraque, Sudão e Líbia.

No dia 16 de março, depois de avaliar as necessidades no campo de Deir Hassan, Médicos Sem Fronteiras (MSF) distribuiu itens de primeira necessidade para 180 famílias nos assentamentos de Latamneh e Al Habeet, que incluíam tendas, tapetes, lonas plásticas, cobertores, utensílios de cozinha e kits de higiene.  

  • SÍRIA

O campo de Deir Hassan, na província de Idlib, na Síria, é apenas um dos diversos acampamentos onde vivem centenas de milhares de famílias deslocadas.Elas fugiram da  ofensiva militar conduzida pelas forças do governo sírio e seus aliados russos entre dezembro e início de março. Este campo abriga mais de 164 mil pessoas em assentamentos espalhados pelas colinas e, como acontece na maior parte do noroeste da Síria, carece de serviços básicos e agora está ameaçado pela propagação potencial da COVID-19.

“Nós presenciamos pessoas vivendo ao relento. Vimos também duas ou três famílias dividindo uma mesma tenda e que não as protegia do frio ou da chuva. Havia poucas tendas para acomodar os recém-chegados”, explicou Ahmed, líder deste projeto de MSF.

No noroeste do país, estamos revisando os sistemas de triagem e o fluxo de pacientes em alguns dos hospitais que apoiamos. Criamos comitês de higiene e doamos equipamentos de proteção para a equipe. Em alguns campos de deslocados internos em que atuamos, adaptamos o sistema de triagem de nossas clínicas móveis e revisamos nossos protocolos para poder continuar as distribuições de produtos de primeira necessidade e serviços de saúde.

No hospital Al Salama (Azaz) e em instalações apoiadas em Idlib, as equipes de MSF estão realizando treinamento para a equipe médica. Unidades de isolamento, vias de encaminhamento de amostras e pacientes estão sendo identificados e as diretrizes de controle e prevenção de infecções estão sendo implementadas.

Fonte: Todas as informações aqui contidas estão disponíveis no site msf.org.br

ESCLARECIMENTOS sobre o nosso RELATÓRIO FINANCEIRO

– Em virtude da atual situação do nosso país, estamos decidindo pelo cancelamento da nossa IX CONFERÊNCIA MISSIONÁRIA que seria realizada no mês de agosto.

– Tínhamos em nosso Caixa, a quantia de R$ 700,00 (Setecentos Reais) que estavam reservados para a realização da Conferência. Com o cancelamento, estamos incorporando este valor ao Caixa normal do MPAOM, onde será utilizado para o pagamento do Programa “Falando de Missões” e para o envio de ofertas aos Missionários nos Campos e às Agencias Missionárias parceiras.

– No mês de março, não tivemos a contribuição de 02 mantenedores do Programa “Falando de Missões” e para este mês, teremos a saída de mais um dos mantenedores. Procuraremos manter o Programa no ar, até onde for possível, inclusive estamos pagando um profissional da Rádio CPAD,  para que o programa seja editado e gravado, e possa ir ao ar da melhor maneira possível.

DEUS É O NOSSO SUSTENTADOR E O DONO DA SEARA.

TODA A GLÓRIA É DADA SOMENTE A ELE.

QUE O SENHOR NOS ABENÇÕE… OREM POR NÓS.

RELATÓRIO FINANCEIRO

ABRIL 2020 – OFERTAS E DOAÇÕES

Apoio Cultural ao Programa e Revista Falando de Missões

  • Batista Ferragens………….…………………………………………….R$ 100,00
  • Escritório de Contabilidade Onezildo Martins……………….R$ 50,00
  • Farmácias Ki Farma…………………………..……………………….R$ 200,00
  • Granja Lazer………………………………………………………….….R$ 100,00
  • J.E. Assistência Técnica………………………………………………R$ 100,00
  • Seminário Teológico Congregacional do NE…………………R$ 50,00

Igrejas Parceiras:

  • Igreja Batista Ind. Cristã BR (Pr Eli Laurentino)……………R$ 150,00
  • Igreja Batista Vidas Para Cristo (Pr. Jessé J. da Silva)……R$ 150,00

Missionários Mantenedores:

  • Ednalva Andrade (2ª Igreja Batista de Mangabeira)…………………….R$ 15,00
  • Pedro Anízio (Igreja Batista Independente Cristã)……………………….R$ 200,00
  • Roberta (filho+neto Irª Raimunda- Igreja Bat Ind Cristã)……………..R$ 80,00
  • Risolene (2ª Igreja Batista de Mangabeira)…………………………………R$ 50,00
  • Rosemayre Luna (Comunidade Evangélica do MPAOM)………………R$ 50,00

TOTAL DAS OFERTAS E DOAÇÕES..R$ 1.295,00

ABRIL 2020 – DISTRIBUIÇÃO

  • Miss. J. Brito (Neidinha) – Proj Alcançando os Não Alcançados…..R$ 100,00
  • Miss. Noelma Abílio – Povos Ciganos/Souza/PB………………………….R$ 100,00
  • MSF (Médicos Sem Fronteiras) – P. Ação Social e Humanitária……R$ 84,00
  • Portas Abertas – Projeto Cuidando da Igreja Perseguida……………..R$ 71,00
  • Programa Falando de Missões (R$ 700)+Ed. e Gravação(R$100)….R$ 800,00

TOTAL DAS DESPESAS……………………….R$ 1.283,15

ABRIL 2020 – MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA

  • Saldo Anterior…………………………………………………………………………….R$ (-) 15,20
  • Total das Ofertas e Doações…………………………………………………………R$ 1.295,00
  • Total das Despesas………………………………………………………………………R$ 1.283,15
  • Sub Total do Saldo……………………………………………………………………….R$ (-) 3,35
  • Saldo da Conferência Missionária…………………………………………………R$ 700,00

SALDO ATUAL…………………………………………..R$ 696,65

João Pessoa, em 31 de março de 2020

Pr. Abel Pinheiro Dantas

Presidente do MPAOM