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REVISTA DO MÊS de OUTUBRO de 2020

EDITORIAL

Mateus 18.5:

Quem recebe uma destas crianças em meu nome, está me recebendo”.

A Graça e a Paz do nosso Senhor Jesus Cristo, seja com todos.

Ao chegar o Dia das Crianças, e ao olhar para meus netos, e para muitas crianças do meio onde convivemos, lembro daquelas que não tem este privilégio. O privilégio de não ter um lar, de não ter uma família, e quando tem a família, muitas vezes não tem o que comer, não tem acesso a serviços de saúde dignos, não tem direito à infância, a crescerem em um ambiente saudável e humano.

Esta semana, li a história de quatro crianças na Índia (um menino de dez anos, e três meninas menores), que em um curto espaço de tempo, o pai faleceu e a mãe também faleceu recentemente com problemas de saúde. Após o falecimento do esposo, a mãe foi expulsa junto com as crianças da vila onde moravam e a família também lhes negou apoio. Ela trabalhava como diarista e empregada doméstica para cuidar dos filhos pequenos, e participava dos programas de treinamento da Portas Abertas. Teve uma infecção na garganta, que agravou-se e veio a falecer. Louvamos a Deus, porque a Igreja que a senhora frequentava assumiu o cuidado com as crianças.

Temos histórias de crianças na Síria vítimas da guerra e louvamos a Deus porque lá também a Portas Abertas mantém Centros de Esperança, onde crianças e jovens recebem alimentos, aulas de inglês, aulas de introdução à fé cristã e treinamento para casais.

Missionários apoiado pelo Ministério Por Amor Ao Mundo, que trabalha no campo de refugiados em Senou (África Central), fala que tem enfrentando grandes desafios como: falta de alimentos para a maioria das famílias, muitas crianças desnutridas, muitos enfermos de malárias, infecções nos olhos e outras enfermidades.

Dia 1º de agosto, eles levaram a um hospital um garoto de dois anos com apenas 5,600Kg com desnutrição severa. Ficou hospitalizado 13 dias e teve alta com 6,100Kg. “Continua o tratamento em casa, e os exames, transporte, medicamentos e alimentação foram tudo por nossa conta… aqui não existe SUS, é tudo pago”, conta os nossos Missionários Se&Xica…(nome não divulgado devido perseguição religiosa).

É analisando estes casos, que fazemos as perguntas: Para qual Crianças?  e qual a Esperança?

Que o Senhor tenha misericórdia dos nossos pequeninos…                     O EDITOR.

OBS: Ao ler esta Revista, não rasgue ou jogue fora; doe para que outra pessoa conheça nosso ministério e juntos possamos tornar o Reino de Deus conhecido. Deus te abençoe.

CRIANÇA ESPERANÇA: QUAL CRIANÇA? QUAL ESPERANÇA ?


Fotos de crianças atingidas pela guerra na Síria

COORDENADORA DA MSF (Médicos Sem Fronteiras) RELATA HORRORES DOS CAMPOS DE REFUGIADOS DA GRÉCIA.

A belga Caroline Willemen tem 33 anos e um diploma em Relações Internacionais. Mas sua vida, como a de muitos profissionais europeus de sua geração, tem sido dedicada ao trabalho, muitas vezes voluntário, em diversas ONGs humanitárias pelo mundo.

Em 2019, Willemen tornou-se coordenadora da Médicos sem Fronteiras (MSF) na Ilha de Lesbos, na Grécia, e testemunhou a situação crítica da superlotação de famílias e crianças vindas especialmente de países como Afeganistão, Síria, Iraque e Somália. Entre os sintomas do estresse pós-traumático, as automutilações e as tentativas de suicídio entre menores soam o alerta vermelho para profissionais que atuam no local, como relata a ativista nesta entrevista à RFI.

Segundo Caroline Willemen, o espectro de doenças mentais que atinge as crianças migrantes nos campos de refugiados é muito amplo. “São crianças de todas as idades, de três anos até a adolescência. Entre os principais sintomas, nossos psicólogos e médicos notam crianças que mudam radicalmente de comportamento, e que, do nada, se tornam agressivas. Há também crianças que parecem desistir da vida, que se tornam muito quietas, não interagem mais, param de comer, beber e não dormem, e aquelas que, aos 10, 12 anos voltam a fazer xixi na cama, um sintoma clássico”, conta a coordenadora do MSF.

Vemos crianças que se automutilam, outras que falam sobre se automutilar, e outras que efetivamente tentaram colocar fim em suas vidas. É importante lembrar que esses casos extremos são uma minoria, mas eles refletem a ponta de um iceberg muito mais profundo”, avalia.

O tema do suicídio entre crianças migrantes na ilha de Lesbos foi abordado pela primeira vez numa carta divulgada pelo presidente internacional dos Médico sem Fronteiras, Christos Christou, e publicada pela imprensa europeia. Nela, Christou relata tentativas de suicídio “semanais” em Lesbos. Segundo números atualizados, mais de 40.000 pessoas amontoam-se em tendas nos campos insalubres de Lesbos e de quatro outras ilhas do Mar Egeu.

Apenas no campo de Moria, em Lesbos, existem no momento cerca de 17.000 migrantes, ainda que sua capacidade seja de apenas 3.000 refugiados. Desde a assinatura do acordo entre a Turquia e a União Europeia em 2016, esses campos tornaram-se uma espécie de “áreas de espera” para solicitantes de asilo que aguardam meses ou até anos até que a solicitação seja processada. A MSF e outras ONGs solicitam a “evacuação de emergência” de crianças e outros migrantes vulneráveis que sobrevivem nesses campos em condições “desumanas” e “miseráveis”.

“Em média, cerca de 40% das pessoas que chegam na ilha têm menos de 18 anos. Dos 17.000 migrantes em Moria, posso dizer que 8.000 são crianças. Desses, mais de mil se encontram completamente sozinhos, por diferentes razões. Alguns se perderam dos pais no caminho, outros perderam os pais de fato, porque alguns não conseguem sobreviver à viagem, que é muito perigosa. Outros são afegãos entre 14 e 18 anos que não suportavam mais viver em zonas devastadas pela guerra, e decidiram fugir a qualquer preço, sozinhos. São muitos motivos diferentes que levam ao isolamento das crianças, não existe uma história única”, afirma a coordenadora.

Caroline Willemen lembra que existe “um banheiro para 65 pessoas, uma ducha para 90”. “Não se trata de um desastre natural, de uma epidemia. É uma escolha política da União Europeia, que força as pessoas a viver nessas circunstâncias”, diz.

Ongs como a MSF organizaram nas ilhas gregas um sistema básico de acolhimento destinado a tomar conta das crianças desacompanhadas. “No entanto, não é suficiente na maioria dos casos. E agora, com tantas crianças sozinhas, ficou impossível. Dentro dos campos existe o que chamamos de ‘Zonas de Proteção’, específicas para menores sem acompanhamento. Eles deveriam contar com uma vigilância específica, mas sabemos que, por exemplo, os guardas não ficam lá a noite inteira. Há espaço para 200 crianças, mas hoje cerca de mil estão lá”, relata.

Caroline conta que a primeira ação que tomava, no caso de crianças que tentaram o suicídio, era isolá-las para “não ficarem expostas”. “Todos querem cuidar de crianças com esse perfil. Mas sempre deixei os casos mais severos nas mãos de meus colegas dos Médicos sem Fronteiras, muito mais qualificados do que qualquer pessoa para lidar com esse tipo de situação”, relata.

PEDIATRA DA MSF fala sobre sua experiência tratando crianças com desnutrição na Nigéria

“Acordo no meio da noite com som alto de trovão. Deitado na cama sob uma rede de proteção para mosquitos, ouço o som forte do vento contra a janela do alojamento de Médicos Sem Fronteiras (MSF). A chuva cai do lado de fora e eu penso nos campos de deslocados internos. Será que suas barracas de lona e casas de telhas de zinco irão resistir a essa tempestade?”

Pela manhã, de dentro do carro de MSF, vejo as ruas de chão batido alagadas. Maiduguri, a grande cidade do norte da Nigéria, se encontra de baixo da água. De clima muito seco e paisagens amareladas, essa região subsaariana conta com uma longa e quente temporada de seca. Entretanto, estamos em agosto e a temporada de chuvas muda a paisagem da cidade quase desértica e com sol escaldante para tons mais verdes e alagadiços.  

Em direção ao hospital, vemos as ruas se transformarem em verdadeiros lagos. O lixo flutua sobre a água e o carro passa lentamente pela estrada. Ouço crianças gritarem da rua: “bature!”, homem branco em hauçá, uma das mais de 300 línguas faladas no país. O jovem grupo de meninas vestia véus rosa e vestidos azuis enquanto acenavam e sorriam para mim. Eu sorria e acenava de volta pela janela do carro, mas não podia deixar de notar que elas caminhavam descalças com a água até os joelhos.

O mês de agosto marca o pico da desnutrição infantil na região. Pouco antes da colheita, o alimento começa a ficar ainda mais escasso e a fome cresce. Não bastasse isso, a chuva traz consigo a proliferação dos mosquitos da malária e a água parada carrega a cólera. Nos campos de deslocados internos o estrago é ainda maior. São mais de 10 anos de conflito entre o Estado e grupos armados. Com medo da violência, muitas pessoas abandonam suas casas e deixam seus vilarejos para fugir para a capital. Aqui chegando, não encontram emprego, escolas ou sistema de saúde gratuito.

Chegando ao hospital, vejo que as tendas já se encontram cheias de novos pacientes para serem triados. Aqui atendemos crianças com desnutrição grave. São um total de 100 leitos, com mais de 400 pacientes internados por mês e outros mil atendidos no ambulatório. Nossas modestas instalações de lonas ajudam muitas crianças todos os anos. Saio do carro e me dirijo a uma das barracas onde ficam os pacientes mais graves.

O dia recém começava e o trabalho já era intenso; uma criança que viera à noite se encontrava em estado muito grave. Era um menino de pouco mais de 9 meses de vida que pesava menos de 3 quilos. Em seu corpo frágil, a cada respiração profunda, eu observava a proeminência dos ossos em seu peito. Os olhos fundos estavam parados. Infelizmente, nessa época do ano, vemos muitos casos como esses. São crianças oriundas de regiões pobres e afetadas pelo conflito, chegam muitas vezes com quadros de infecção grave que acompanham a desnutrição.

Durante toda a manhã permaneci com esse paciente e sua mãe. Horas difíceis em que vemos, aos poucos, uma criança morrer. Não demorou muito. Mesmo com os antibióticos, o oxigênio e todo suporte que podíamos dar, o menino faleceu. Sua mãe permanecera todo o tempo ao seu lado. Em seu rosto, eu percebia um semblante sofrido e calejado. Esse não era o primeiro filho que ela via morrer. A sua história se repetia entre as mães que eu conhecia. Engravidavam jovens, chegavam a ter mais de 10 filhos, mas quase metade deles vinha a falecer. A Nigéria apresenta ainda hoje números altos de natalidade e de mortalidade infantil; números esses de carne e osso, os quais eu via todos os dias.

Trabalhando em um projeto como esse, a morte se faz presente no dia a dia e logo nos habituamos a conviver com ela. Felizmente, não apenas de casos tristes se faz um hospital. Perto do fim da tarde, ouvi o doutor Bashir rir enquanto conversava com uma mãe que repetia o meu nome. Alexandre, dizia ela com um sotaque muito carregado. Me aproximei e perguntei o que estava acontecendo. A mãe de Usman, um pequeno garoto de pouco mais de 1 ano de idade, segurava a criança no colo. Ele havia passado quase um mês conosco e logo estaria de alta. Suas lesões de pele, típicas de kwashiorkor – um tipo raro de desnutrição – estavam cicatrizando bem e sua mãe estava feliz. A jovem mulher estava grávida novamente e contou a Bashir que gostaria de dar a seu filho o meu nome como forma de agradecimento.

Uma criança com o meu nome nascerá na Nigéria. Ela irá correr pelas ruas de chão batido, sentirá o sol escaldante contra a pele, gritará “bature” ao ver um carro de MSF passar? Qual futuro essa criança terá eu não sei, mas posso ver a vida se recriar nos olhos sorridentes daquela jovem mãe. Ela e seu filho ainda terão muitos desafios por enfrentar. A temporada de chuvas passará e com ela uma nova colheita se aproxima. As águas que carregam consigo a morte e as doenças, são também as que geram a vida e trazem a esperança de dias melhores para as pessoas que vivem em Maiduguri.”                          Dr. Alexandre Bublitz – Pediatra da MSF

Fonte: msf.org.br

RELATÓRIO FINANCEIROMês de setembro 2020

I – MISSIONÁRIOS MANTENEDORES:

1. COM EVANG do MPAOM…R$ 100,00

2. CONS ODONT Dr Mário S…R$  60,00

3. Ednalva Andrade 2ªIgBatMang…R$  15,00

4. ESC CONTAB Onezildo Martins. R$  50,00

5. FARMÁCIAS KIFARMA…R$ 200,00

6. GRANJA LAZER…R$ 100,00

7. IgBatIndCristã – Pr. Eli…R$ 100,00

8. J.Francisco (Pr Kito)… R$ 200,00

9. Of NIdentificada – 2ªIgBatMang…R$   20,00

10. Pedro Anízio IgBatIndCr…R$ 200,00

11. Risolene, Irª  – 2ªIgBatMang … R$   50,00

12. Rosemayre L.Irª…R$   50,00

13.STCNe- Campus JPessoa…R$   50,00

14.Zenildo, Zilda, Josilene -2ªIgBatMang..R$   50,00

TOTAL DAS OFERTAS: R$ 1.245,00

II – DISTRIBUIÇÃO:

Miss. J. B.(Neidinha)… R$ 100,00

Miss. S. & Xica (África)… R$ 300,00

Miss. Noelma (Ciganos)…R$ 100,00

M.Portas Abertas …R$ 100,00

 MSF (Méd Sem Fronteiras)..R$ 100,00

MEAP (MissEvAssistPescadores)..R$ 100,00

 ProgFaldeMissões(R$ 350)+Ed/Grav(R$ 100)..R$ 450,00

TOTAL DAS DESPESAS: R$ 1.250,00

III – MOVIMENTAÇÃO FINANCEIRA:

Saldo Anterior (+) …R$    170,11 

Ofertas ( + ) …….R$ 1.245,00

Despesas ( – ) …R$ 1.250,00

SALDO ATUAL …R$ 165,11

 J. Pessoa, 30 de setembro de 2020

Pr. ABEL PINHEIRO DANTAS – Presidente do MPAOM

OBSERVAÇÃO: Recibos originais ficarão à disposição dos mantenedores até o dia 30 de outubro de 2020. Poderão conferir cópias através do arquivo PDF na página do facebook Revista Falando de Missões

EXPEDIENTE

Revista FALANDO DE MISSÕES  

Ano VI   nº 10  outubro 2020

Periodicidade Mensal

Uma publicação: Ministério Por Amor Ao Mundo

EDITOR:    Abel Pinheiro Dantas

DISTRIBUIÇÃO :

Para Igrejas Parceiras e Mantenedores

On Line (em arquivo PDF)

Site: falandodemissoes.com

FECHAMENTO DESTA EDIÇÃO: 08 de outubro de 2020

Contato:  Pr. Abel Pinheiro

Fones (83) 9 8726 1745 (whatsapp) / (83) 9 9914 8767

E-mail: poramoraomundo @hotmail.com

SE VOCÊ QUISER DEPOSITAR SUA OFERTA:

 (Por favor, nos comunique)

  • CAIXA : C/Poupança nº 80.027-3   Ag. 1033 –  Ope. 013

      Nome: Abel Pinheiro Dantas

  • Nu Bank : Banco 260 – Nu Pagamentos S.A

           Ag. 001 Conta 8823326-9

        Abel Pinheiro Dantas

  • BANCO SANTANDER:  C/C. nº 01087811-5 Ag. 4188

Nome: Abel Pinheiro Dantas

  • BRADESCO : C/C nº 0002277-2 / Ag. 1729

Nome: Abel Pinheiro Dantas

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS….

LEIA a nossa Revista FALANDO DE MISSÕES

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PROGRAMA FALANDO DE MISSÕES

17 ANOS NO AR (2003-2020)

 O Programa FALANDO DE MISSÕES, iniciou suas atividades em 18 de julho de 2003 na antiga Rádio Cristã 107,7 Fm João Pessoa. Depois foi para a Rádio Liberdade FM 100, 5; Rádio Cruz das Armas Fm 104,9; Rádio Mangabeira Fm 104,9 e desde 18 de janeiro de 2018, estamos na Rádio CPAD FM 96,1 FM. Pelo nosso Programa, já passaram vários Missionários da Missão Portas Abertas, Missão Horizontes América Latina, Missão Juvep, pastores das mais diversas denominações.Atualmente continua sendo apresentado pelo Pr Abel Pinheiro, e tem a colaboração do Pr João Francisco (Pr Kito), e do Irmão Ruan e da Miss. Lindinalva de nossa Comunidade Evangélica do Ministério Por Amor Ao Mundo.É apresentado todos os sábados, ás 15 horas, transmitido no dial 96,1 para os estados da PB, RN e PE e via Facebook na página da Rádio CPAD Fm 96, 1; pelo aplicativo da Rádio CPAD FM e pelo site http://www.radiocpadfm.com.br.www.radiocpadfm.com.br – (Link) 

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CONFIANDO NO SENHOR – Pr Abel Pinheiro
Ministério Por Amor Ao Mundo

OUVIR E OBEDECER

OUVIR E OBEDECER
EMANUEL – DEUS CONOSCO

PASSANDO PELO SOFRIMENTO

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AGENCIAS MISSIONÁRIAS

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Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por graves crises humanitárias.

MSF – Médicos Sem Fronteiras

Presente em cerca de 70 países, MSF oferece cuidados de saúde a pessoas em necessidade de ajuda humanitária. Aproximadamente 90% do seu financiamento é proveniente de doação de indivíduos e da iniciativa privada.
A sua contribuição, assim como colaborações vindas de todo o mundo, permitem que MSF alivie o sofrimento de milhares de pessoas. Faça uma doação, e ajude a salvar estas vidas.
http://ow.ly/5JqLS

Data da fundação

Fundada em 1971 na França, MSF leva cuidados de saúde a pessoas afetadas por conflitos armados, desastres naturais, epidemias, desnutrição ou sem nenhum acesso à assistência médica.

O Ministério Por Amor Ao Mundo contribui regularmente com a MSF.

PORTAS ABERTAS – Servindo Cristãos Perseguidos